Maio 12, 2009

22

ano de solidão.
primeiro aniversário sem a companhia dos pais, só amigos.
quantos desses amigos que estarão comigo amanhã estarão comigo daqui a dois anos?
como disse no início, esse ano vivi só e, por enquanto, está sendo como pensei-bate os momentos de aperto no peito- só que o gosto da liberdade supera e instiga muito mais.
se sinto falta de alguém? claro que sinto e estou chegando em um momento perigoso, ou não, mas como ía dizendo, um momento de descrença, no qual por mais que possa gostar, até mesmo me apaixonar por pessoas, parece que nunca vou ter por perto alguém que realmente me entenda, que eu possa conversar sobre todos os aspectos e perspectivas que passam pelo meu pensamento e minha vida.
as pessoas que mais gosto são aquelas que menos entendo, bem clichezão, mas não consigo entender as pessoas e sua incrível capacidade para a infelicidade e acomodação.
nem sei se posso falar, já que tenho uma boa capacidade de acomodação ou conformação, não sei se faz diferença.
é estranho, hoje em dia já andei por aí e frequentei lugares e conheci pessoas que tem tudo a ver comigos, só que não me senti a vontade com elas. tenho várias hipóteses: eu fico paralisado com o que admiro. na verdade essas pessoas/coisas não tem tanto a ver comigo assim, na verdade nunca vou achar um lugar/grupo.

ao mesmo tempo que tenho medo e parece que qualquer hora do ano que vem vai bater o pânico, no fundo, sinto um prazerzinho de me encontrar de novo sem saber pra onde ir, sem nem um grande objetivo como há quatro anos atrás.

Março 20, 2009

continua

hoje tenho noção de passado, as coisas começam a fazer anos...faz sete anos da primeira vez que fiz isso, seis daquilo, quatro daquele outro, quase 10 de outro...
minhas amizades mais antigas, das que mantenho contato, são de 13 anos atrás...
mas cada vez não sei mais oque fazer, mas novamente há um mundo de possibilidades, que dá uma angustia que não deixa de ser gostosa...
só que o medo de acabar sendo o que sempre desprezou está sempre rondando, mesmo que distante.

Fevereiro 08, 2009

2009

quando comecei a ocupar esse espaço, estava cheia de questionamentos, o que eu quero, para onde vou, quer dizer, sabia muito bem que queria sair de onde estava, ir além...
quatro anos se passaram, ou mellhor, cinco anos se passaram e continuo sem saber exatamente o que quero, continuo querendo sair de onde estou...
a diferença é que antes não havia passado, o passado era infância
continua

Outubro 01, 2008

a insustentável leveza do ser

Não há nada mais subversivo que sexo à tarde. O resto das pessoas que coexistem no mesmo fuso horário dos amantes da tarde estão trabalhando, estudando, comprando, vendendo, correndo. Mas aqueles indíviduos que olham para para aquela tarde - vista como útil para maioria- vê momentos de prazer.
o sexo à tarde é leve porque desnecessário enquanto à noite sua presença é quase que obrigatória, afinal, é o normal. Mas torna-se pesado; pesado pelo acúmulo do dia que passou, pesado pela espectativa que gerou.
A leveza não é o modo pelo qual procuramos levar a vida, carregamos nossa vivência de intensidade, precisamos pensar que somos necessários, que há um fim digno para nossas ações, e para isso pensamos que é necessário e vivemos procurado acumular conhecimento, prestígio, conforto.
Vamos vivendo sem pensar que tudo aquilo que fazemos, pensamos, desejamos não precisa ser necessariamente feito, pensado e desejado desse modo. Também não vemos que muito daquilo que valoramos e que entendomos como necessário para nosso bem estar é totalmente superfluo ou, pelo menos, substituível.
Quando nos damos conta disso ficamos leve, só que a leveza, que tudo indica que seria reconfortante torna-se angustiante, pois como viver sem modelos?

Setembro 11, 2008

transição

nem arrebatamento, nem paixão.
sem falta de ar, alegria ou contentamento.
assim sem tesão
antes lamento
que indiferença
mais irritação
menos paixão
vivência
experiência
emoção
será a vida
caminho
ou
fim de ação

Fevereiro 08, 2008

o motivo de tanto tempo longe desse espaço de desabafos virtuais é a enorme vergonha do texto abaixo que até hoje não consegui ler até o fim e a promessa de não mais ligar o computador quando chegar bêbada e indócil em casa.

esse primeiro post sóbrio depois de muito tempo, pra não dizer anos. se bem que, não sei se sobriedade é um estado que eu consiga alcançar completamente.

Tergiverso. (como se não é só isso que venho fazer aqui).

O desabafo de hoje é sobre opressão.

Que horrível que é se sentir oprimido. Fui oprimida por meus pais quando era adolescente, mas é completamente diferente, porque já na época eu sabia que aquela situação era momentânea.
Mas a opressão da sociedade, do trabalho, enfim, da vida "adulta" é uma sombra que parece que vai me acompanhar a vida inteira, uma nuvem escura que paira sobre a minha cabeça e um aperto no peito quando ela se mostra mais intensamente, ou melhor, descaradamente.
E como há descaramento! As pessoas dão longos discursos, passam a vida inteira falando sobre algo que vai totalmente de encontro as suas práticas. Na verdade, isso é um descaramento cínico, porque o cinismo e a hipocrisia são descarados.
Quando eu era criança/adolescente eu gritava, chorava e chutava e depois deitava chorando até durmir e no outro dia aquele sentimento tinha passado.Hoje já não posso mais fazer isso, nem tenho ânimo. Porque sei que não vai mudar em nada e parece que todo mundo já acordou e que nada vai dar em nada e que devemos aceitar tudo porque as coisas são como elas são e eu me pego aceitando as coisas como ela são e funciona, passa o sentimento de opressão!! Passa um pouco do aperto no peito, eu consigo "me esquecer" da opressão, igonorá-la.
Essa opressão que falo é bem no sentido literal da palavra, eu me sinto como se tivesse comprimida dentro de uma caixinha que não pudesse me mexer e ninguém pudesse me ouvir.
Mas o esquecimento é breve porque me salta aos olhos e não só pelo que sinto na pele, mas pelo que vejo os outros sofrerem e os outros que se dão bem, os opressores.
espero que o desabafo não seja como o sono depois do choro, que faz passar a dor e esquecer como era forte, mas que me faça forte, e que me deixe ignorante. Não que igore a opressão, mas que ignore que as coisas são como são e os meus berros e gritos e choros não irão mudar nada, nem sensibilizar ninguém.

Dezembro 20, 2007

tu sabe que me des-conserta...
é essa a palavra...DES-CONsERTAR..
pq minha vida tava certa,
eu tava conseguindo me enguadrar
eu já quase não sentia falta da tua provocação
inquietação
na verdade isso nunca me abandonou
muitas coisas me abandonaram
mas o penasamento de
que um dia me aprumava
sempre me acompanhava
e me embaraçava
E A VIDA CONTINUAVA
CHEIA DE MARRA
CHEIA DE INVENÇÃO

Novembro 03, 2007

sinto um aperto no peito, uma dor que é uma dorzinha que só os filhos únicos sentem. uma dor porque as coisas não acontecem exatamente como quero. mas sinto isso sozinha, sem comentar com ninguém, porque sinto vergonha de sentir isso. isso demonstra todo meu egoísmo, minha mesquinhez, o quanto sou ruim.
e não queria ser ruim, até me disfarço bem de boazinha.
mas não sinto isso.
mas o que interessa o que eu sinto? a quem interessa o que eu sinto?
interessaria se eu contasse, demonstrasse, interessaria porque influiria na sua vida, mas como sinto e não mostro o que eu sinto não é sentido pelos outros.
então será que isso existe? somente para mim.

Agosto 14, 2007

02 de agosto de 2004

"...é começou o 2° semestre, falta cinco meses e uma semana para o vestiba, eu preciso estudar. eu tenho que estudar. eu preciso ter ânimo. eu TENHO que dar tudo de mim para passar nessa porra e ir embora daqui. eu QUERO e tenho que ir embora daqui.(...)
Pela primeira vez na vida tudo depende de mim e eu não posso me decepcionar cmg. já basta os outros. TENHO QUE SER FORTE TER SORTE E IR EM FRENTE."

tenho cinco anos de minha vida documentados em diários, que eu insistia em chamar de agenda pq eu achava diário coisa de guriazinha nada a vê. Estão guardados e fazia tempo que não os via e não sei pq há duas semanas atrás tirei o ano de 2003 do armário e depois de 2004.
segunda noite, ou melhor, madrugada, que leio algumas páginas aleatórias de algum desses anos antes de dormir...dou risada, me emociono, lembro de coisas que parece que havia deletado da memória...não sei definir esse sentimento, q não é noltalgia, não quero retornar aqueles tempos, tenho certeza que estou melhor agora. Olho pra trás para procurar índicios de mim no passado, o que eu fiz, vivi e , principalmente, pensei para chegar ao que eu sou hoje, na verdade, quero saber o que sou hoje.
Alcancei o que queria naquele dia 02/08 e agora? o que eu quero?

Maio 07, 2007

estou quase chegando aos VINTE ANOS!!!!
é estranho isso, e não tenho muito como dividir essa minha estranhesa q maioria das pessoas que convivo passaram dessa fase.
chego aos vinte anos com uma pessoa decidida, esforçada, organizada. Me considero inteligente, interessante.
só que em certos momentos essa minha organização, decisão, "inteligência" me prendem, pq eu acho que sei o que quero o que preciso, só que tenho medo de chegar e não ter mais caminho a percorrer...
tenho medo em ser daquelas pessoas que traçam objetivos e não curtem o caminho que é exatamente esse caminho que é a vida!

Abril 11, 2007

se eu voltei a ativa?

Não sei...
Provavelmente sim, pois estou me angustiada e perdida outra vez.Depois de muito tempo.
Um tempo, por estar vivendo o que quis durante muito tempo viver; outro tempo, por estar vivendo um monento tão forte e tão desesperador que não é possível parar para pensar...
e agora, volto.
Volto a pensar o que quero de mim, o que quero fazer de mim. Para realizar o que "sonhava", ou melhor, planejava, preciso de dinheiro e outras coisas que nencessitam do meu empenho e minha vontade e que, mesmo assim, não é certo que se concretize(como tudo na vida).

Estou organizando toda minha vida, faz meses que sempre tenho algo para fazer, a estudar. Tento criar "momentos livres", mas hoje vejo que começo a me culpar com eles.

A cada hora que passa e que vejo que não realizei nada de útil,em que deixei de realizar as tarefas que determinei que teria que realizar, me sinto culpada, como se tivesse perdendo tempo e isso me angustia.

depois penso que não faz sentido essa angústia e que devo jogar tudo pro alto...

será que estou me distanciando da viajandona? da pessoa livre/ libertária que quero ser?

Abril 06, 2007

FELICIDADE

COMO É BOM SER FELIZ JUNTO COM A PESSOA AMADA.
COMO É BOM CONVIVER COM UMA PESSOA AMANDA.
"COMO É BOM VIVER, COMO É BOM SONHAR E O QUE FICOU PRA TRÁS/ PASSOU E EU NÃO ME IMPORTEI FOI ATÉ MELHOR...!"

COMO É BOM QUERER UMA PESSOA AMADA...

MAS, ACIMA DE TUDO, COMO É BOM AMAR E SER AMADO.

EU BEBO SIM

Eu bebo sim Eu tô vivendo
Tem gente que não bebe
E tá morrendo

Eu bebo sim Eu tô vivendo
Tem gente que não bebe
E tá morrendo

Tem gente que já tá com o pé na cova
Não bebeu e isso prova
Que a bebida não faz mal
Um pro santo, desce o choro, a saideira
Desce toda a prateleira
Diz que a vida tá legal

Eu bebo sim Eu tô vivendo
Tem gente que não bebe
E tá morrendo

Eu bebo sim Eu tô vivendo
Tem gente que não bebe
E tá morrendo


Tem gente que detesta um pileque
Diz que é coisa de moleque
Cafajeste ou coisa assim

Mas essa gente
Quando tá com a cara cheia
Vira chave de cadeia
Esvazia o botequim

Eu bebo sim Eu tô vivendo
Tem gente que não bebe
E tá morrendo

Eu bebo sim Eu tô vivendo
Tem gente que não bebe
E tá morrendo

Bebida não faz mal a ninguém
Água faz mal à saúde

ELIZETH CARDOSO

Fevereiro 20, 2007

saudade

olha a hora que eu volto!

depois de quase dois anos, aqui estoy!

há tempos que tive vontade de voltar a escrever, a repartir virtualmente minhas viajens...
cheguei a pensar a fazer outro blog, mas e tempo? e paciência?
vejo que acho que penso que nunca deixarei de ser a viajandona...
essas histórias,estórias e viajens que escrevi aqui são de uma época que eu era pura, pura de histórias e estórias próprias,não que oq eu contasse não fosse verdadeiro,era sim.Mas,passei por algumas coisas q me fizeram viver e pensar muito diferente, mas hoje, quando vejo oq pensava e sentia,vejo que não me distanciei tanto da viajandona que era e continuo sendo...
vejo que quando me deparei de fato com situações que falava aqui hipotéticamente, quando eu vivi essas situações reagi como eu pensava, reagi e fiz as coisas do modo que acreditava...ou seja, meu discurso não é mero discurso, não sou totalmente uma fraude.


por hoje é só.

é carnaval






quanta alegria no salão que tristeza não cabe...oq faço pracabar com a ressaca que nunca passa?"
carnaval-carne vale-ou é por quilo?
jaguarão-pelotas-rio colocaram o medo no carnaval, quaresmaram o carnaval.pra mim.ainda bem q não sou a maioria q consegue sentir esses dias, essa data, esse clima.sou um pirata da perna de pau perdida no carnaval.

Setembro 10, 2005

Sobre Nelson Rodrigues

“Toda nudez será castigada pela repressão social e instintiva”, essa é a frase de um crítico de literatura e teatro sobre a obra de Nelson Rodrigues.Infelizmente ainda não tive a oportunidade de ler uma peça do autor, mas pela pesquisa que fiz e os trechos que li considero a frase desse crítico um resumo de extrema pertinência da obra de Nelson Rodrigues.
Nelson Rodrigues expôs toda a podridão do homem e da sociedade, colocou o dedo na ferida, no mais íntimo de cada um, alcançou o inconsciente e mostrou como a repressão feita pela sociedade e por nós mesmos, que muitas vezes somos nada mais que simples reflexo dessa sociedade, sobre os nossos instintos é capaz de nos atormentar, nos aprisionar, traumatizar.De uma forma extremada, por que é preciso ser extremado para não permanecer na mediocridade, Nelson Rodrigues denunciou a hipocrisia e a falso moralismo que, infelizmente, ainda imperam na nossa sociedade e penso que essa é uma das causas da pertinência da obra rodrigueana na atualidade.


Esse foi meu comentário no final de um trabalho sobre Nelson Rodrigues para o teatro, isso mesmo muchachos, teatro!Comecei há mais ou menos um mês a participar de um grupo de teatro escola aqui do sul, viram só?Viajandona multimídia!Como diz uma frase que não sei onde eu li "seja você mesmo, mas não não seja o mesmo sempre", então para que prorrogar o dia em que nem eu me aguente mais, estou tentando ser outras pessoas de vez em quando.

Aguarde: Viajandona num palc perto de você! hauahuauahha

Agosto 26, 2005

CUIDADO!
Não se leve e não leve as coisas a sério demais...
Cuidado para não perder oportunidades de viver no sentido mais pleno do verbo...CUIDADO!


"Se acaso você chegasse
No meu chatô e encontrasse
Aquela mulher
Que você gostou
Será que tinha coragem
De trocar nossa amizade
Por ela que já
Lhe abandonou?

Eu falo porque essa dona
Já mora no meu barraco
À beira de um regato
E um bosque em flor
De dia me lava a roupa
De noite me beija a boca
E assim nós vamos
Vivendo de amor"

Lupicínio Rodrigues


"Sonhar é acordar-se para dentro:
de súbito me vejo em pleno sonho
e no jogo em que todo me concentro
mais uma casa sobre a mesa ponho..."

Mário Quintana

Abolicionismo penal, nossas prisões internas, uma dança anarquista, verdades e ilusões, sociedade e conformismo, crítica e apatia.Algumas coisas sobre as quais versei por essas semanas.Estou sentindo uma enorme falta de escrever, tenho milhares de temas como por exemplo: A felicidade é alienante ou O direito de escrever: a caneta como um bem público ou bobagens muito piores. Eu só quero dizer que encontrei pessoas "reais" que viajam junto comigo e que desafogo e converso com elas coisas que ficaria aqui divagando e que me conscientizei que preciso mudar a proposta do blog ou quiçá(aprendi que é bonito falar quiçá, pelo menos no meio acadêmico e na novela das oito) mudar de blog.
Minha vida mudou muito desde aquele tempo em que escrevia aqui direto, estou em outra fase, mais vivendo do que propriamente pensando e refletindo sobre, mas sei que vai chegar um momento que vou sentir falta dessa reflexão.Espero que vocês não me abandonem.

Julho 16, 2005

Um bom exemplo

Esse é o título de um artigo que escrevi e foi publicado pelo jornal zero hora dia 12/07.Como sempre, escrevi em menos de meia hora, dei uma revisada muito matada na mesma hora e já enviei para o jornal, que para minha surpresa, publicou. É em parte resposta ao artigo "Precisando de um bom exemplo", por isso o nome Um bom exemplo, não estava pensando na musiquinha do governo.Lá vai:

“A corrupção está tão bem instalada nos sofás de nossa casa que nada nem ninguém será capaz de expulsá-la”.Essa frase pertence ao artigo “ Precisando de um bom exemplo” do músico e diretor de cinema Gustavo Fogaça. Essa frase é a reprodução de um pensamento que está se alastrando pela sociedade, um pensamento muito perigoso de que tudo está perdido, não adianta se indignar, não adianta ter esperança, que político é tudo igual e que estamos fadados ao caos e a lama da corrupção.
“Como parte de uma juventude frustrada, vejo que nada neste país é possível sem um dinheiro por fora.E se minha geração quiser crescer na vida, construir família e patrimônio, terá que seguir essa mesma trilha.” Gustavo, também sou jovem, também estou frustrada, mas é possível vencer na vida com dignidade e honestidade sim.
Tenho muitos exemplos a seguir como o meu pai,semi analfabeto que saiu do meio do mato e trabalhando primeiro como pedreiro, depois como construtor venceu na vida; minha mãe,que foi contra o machismo da época em que era adolescente e desistiu de um noivado em troca da profissão e como professora comprou seu próprio apartamento, seu carro e me criou;professores que durante toda minha vida escolar em escolas públicas me ensinaram que é possível viver e exercer uma profissão por acreditar que poderão ensinar algo que fará a diferença na vida daqueles alunos.Claro que sei que não são todos assim, mas existem muitos exemplos e o Brasil tem jeito sim, porém não é com lamentações que vamos construir um país melhor.Vamos escrever, se indignar, opinar e viver de uma forma digna como vivem milhões de pessoas neste país.Eu não sei qual é a solução para o país, mas sei que não podemos simplesmente desacreditar em tudo.Quem sabe não é hora da sociedade repensar o nosso regime político abrindo espaço para discussão de uma reforma política que possibilite uma real democracia e não essa pseudodemocracia em que vivemos. Quem sabe não é hora de deixar de votar naquelas figuras de sempre.Quem sabe não é a hora de colocar a educação em primeiro plano.Quem sabe não é hora da sociedade civil se organizar e parar de esperar tudo do governo.
“Preciso que alguém me mostre com fatos reais que no Brasil é possível fazer as coisas na sua profissão - seja ela qual for - sem ter que ceder à corrupção...” Não sei se é muita pretensão minha, mas espero que repense sua posição e que encontre “a chave do armário da esperança” é só olhar em volta ou dar uma volta por outros ares que encontrará muitos outros exemplos."

Julho 05, 2005

No dia em que eu morrer
que alguém fique triste
e que vá para um bar
e fique bebendo e lembrando
das minhas viagens
das minhas incoerências
entre o sentir e o agir
das minhas contradições
no dia que eu morrer
tenha quem me conheça
suficientemente para isso
e esses alguéns abram um sorriso
balancem a cabeça
fazendo "tsc tsc"
pensando:
essa viajandona viveu mesmo!

Julho 01, 2005

Meu querido boguinho

Viva Viajandona,,quero dizer, viajandona vive!!
tÔ DE FÉRIAS!
1º de direito foi, só faltam 11!
bueno, passou a fase de aclimatação, mas fiz bons amigos, pessoas q sei q vão marcar minha vida de um jeito ou outro.Tb um namorado, que é um capítulo à parte.
Falei aquilo pq pessoas cogitaram a morte de viajandona, mas hj quando cheguei na aula e o prof de inglês falou: hello, viajandona!
Nada pode ser completo pra mim.Não tem uma pessoa que persiga mais a normalidade que eu.Tento, me esforço para que as coisas aconteção normalmente pra mim, mas não adianta.